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A Doceria Beijinho Doce, implantou uma iniciativa responsável. O programa "CONFEITARIA SOLIDÁRIA"! oferece gratuitamente cursos profissionalizantes a jovens carentes da comunidade.A empresa é associada à Fundação Abrinq e tem uma parceria com a ONG Instituto Criança Cidadã, que desde 2002 encaminha os adolescentes para a capacitação. Muitos são contratados depois do treinamento. Os cursos acontecem sempre aos sábados e são como oficinas de confeitaria. Quem dá as aulas são funcionários que trabalham depois do expediente como voluntários no programa. O objetivo é que os jovens tenham oportunidades no mercado de trabalho, ou que ajudem no orçamento familiar produzindo bolos, pães, doces e salgados em casa. A empresa investe cerca de 1440 reais por ano na iniciativa e está em busca de parcerias com fornecedores para patrocinar o projeto.Quase a metade dos colaboradores participa voluntariamente. O auxiliar de expedição Erik Siqueira Lemos é um dos monitores voluntários. Ele diz que, além de ensinar o que sabe, aprendeu muito com os jovens e os outros monitores. José Antônio Noronha conheceu a empresa quando fez o curso em 2002. Depois de treinado, ele foi contratado e já pensa em seguir carreira como confeiteiro. Segundo o sócio-diretor Carlos Alberto Amaro, os colaboradores que participam do projeto se tornam muito mais motivados e produtivos. E para a empresa é também uma forma de preparar seus profissionais de acordo com as necessidades e características da doceria."
"A rede de lojas de materiais para construção e acabamento Dicico, que tem 1.600 funcionários e sede em São Paulo, fez as contas e viu que vale a pena investir tempo e dinheiro na capacitação de seu time. 10% da carga horária de cada profissional, o que equivale a quatro horas e meia por semana, são destinados ao treinamento e aprimoramento profissional dentro da empresa. O projeto custa cerca de 500 mil reais por mês e vale para todos os colaboradores. São aulas de técnicas de vendas de produtos e utilização dos sistemas de informática das lojas, por exemplo. Além dos programas de capacitação feitos internamente pelo RH, a empresa fez parcerias com os fabricantes, que enviam instrutores para ajudar a preparar melhor os funcionários. Glauco Padalino é um dos vendedores da empresa. Mesmo novo no ramo, ele diz que com o treinamento que recebe semanalmente foi fácil e rápido adquirir confiança e melhorar sua performance de vendas. Segundo o diretor de RH, Carlos Roberto Corazzin, o retorno da iniciativa pode ser medido pelos números: o turn over caiu pela metade em apenas seis meses e a quantidade de reclamações de clientes diminuiu 60%."
"A indústria de tratores Caterpillar, com 2.500 colaboradores e sede em Piracicaba, no interior de São Paulo, aposta no hábito do diálogo para aumentar a segurança nas linhas de produção. O programa ""5 minutos falando de segurança"" reúne os colaboradores antes do expediente, para reforçar a importância do uso de equipamentos de proteção individual e os cuidados com a saúde dos funcionários. São investidos cerca de 200 mil dólares por ano, para garantir um ambiente de trabalho seguro nas unidades da Caterpillar, no Brasil. Segundo a diretora de relações governamentais e institucionais, Sueli Agostinho, a segurança é praticamente uma obsessão na companhia. Para ela, garantir o bem-estar e a qualidade de vida dos colaboradores é uma forma de agregar valor ao nome da empresa. A iniciativa dos 5 minutos, falando de segurança todos os dias, faz parte da estratégia da empresa de tornar os times auto gerenciáveis nessa questão e responsáveis por sua própria saúde. Cada equipe discute os riscos potenciais em suas áreas e as formas de evitá-los. O soldador José Marchioli diz que as reuniões ajudam a lembrar a importância de se usar os equipamentos de proteção, como óculos, máscaras, luvas, protetores auriculares e a evitar acidentes de trabalho. O gerente de saúde e segurança Armando Carrasco lembra que a empresa vem reduzindo em 10% ao ano o índice de acidentes nas linhas de produção e diminuiu também os gastos com a saúde dos colaboradores. A preocupação com a segurança tem servido para aumentar a motivação entre as equipes e para atrair novos talentos. A iniciativa garante, ainda, uma posição de destaque para a subsidiária brasileira no grupo. A Caterpillar do Brasil é utilizada como exemplo mundial da corporação no quesito segurança."
"A corretora de seguros Aon Consultores, com sede em São Paulo e 450 colaboradores, encontrou uma maneira economicamente viável de oferecer aos profissionais brasileiros a formação técnica que é dada ao time da matriz em Chicago, onde fica a Universidade Corporativa do grupo: criou a Academia de Negócios. O projeto foi implantado pelo RH em 2003 com investimentos de 600 mil reais. O objetivo é permitir que todos os colaboradores possam se capacitar sem sair do país. A empresa definiu o currículo e contratou professores de universidades conceituadas, como USP, FGV e Ibmec. São três módulos de cursos, todos baseados nas diretrizes de treinamento da sede da multinacional. Os básicos incluem técnicas de liderança, negociação, gestão de pessoas. Os específicos tratam mais diretamente dos assuntos técnicos relacionados aos negócios da empresa. E os especiais utilizam atrativos como o teatro e a culinária, para falar sobre vendas ou valor agregado dos produtos e serviços. Os funcionários se inscrevem pela intranet e têm que fazer pelo menos sete matérias por ano. No final, passam por uma avaliação e os três primeiros colocados ganham uma viagem à matriz da empresa nos Estados Unidos. A gerente de unidade vip Mara Denise Lopes percebeu que essa é uma oportunidade de crescimento profissional e dá um jeito de encontrar espaço na agenda para freqüentar a academia. Em um ano, inscreveu-se em oito cursos. Segundo a diretora de RH, Nancy Bartos, a Academia de Negócios reduziu custos com treinamento, aumentou a motivação na empresa e a conscientização dos colaboradores de que eles é que definem o destino da própria carreira."
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Categoria Pequenas Empresas Qualidade de vida Benefícios Educação e treinamento Responsabilidade Social e Voluntariado Produtividade, Motivação e Incentivo
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"Craque em produzir conteúdo técnico eficiente para o mundo de negócios, a Fundação Dom Cabral, com sede em Nova Lima, Belo Horizonte, resolveu ampliar o leque de conhecimento de seus 250 funcionários. O objetivo está em proporcionar um ambiente, onde os funcionários se desenvolvam além das suas competências técnicas e de gestão, para que vejam o mundo sob uma perspectiva diferente. Dessa forma, o programa educacional - realizado em parceria com a Academia de Idéias - é formado por uma grade de disciplinas que fogem do aprendizado voltado ao mundo dos negócios. Segundo a supervisora de Recursos Humanos, Alessandra Pascoalone, novos roteiros de aprendizado proporcionam maior repertório individual, para quem se relaciona com pessoas de todo o mundo. ""A gente precisa que os nossos colaboradores conheçam assuntos como arte, música, filosofia, psicologia, para enriquecer sua fala no contato com os clientes. Queremos que eles desenvolvam um senso crítico e vejam o mundo de uma forma diferente"", explica. Os cursos tiveram quatro meses de duração e envolveram temas como: código samurai Hagakure, os mitos Gregos sobre a origem do ser humano, arte moderna e contemporânea no século XX, música brasileira dos anos 80 até hoje, filosofia Nietzsche, história da cerveja e muito mais. O analista de comunicação, Thiago Oliveira, fez aulas sobre arte moderna. tema que lhe proporcionou uma nova perspectiva de raciocínio, além de o ajudar a se comunicar melhor. ""Eu tenho fontes de contato com pessoas de outras culturas, pessoas da França, de países europeus principalmente. A gente consegue ter um ponto de encontro para falar da cultura do país deles, um ponto de relacionamento mesmo."""