Acervo de Cases - Benefícios

PLANO LICENÇA MATERNIDADE AMPLIADA

A indústria química Fersol, implantou em 2007 o Plano Licença Maternidade Ampliada. No programa, os 300 funcionários, sejam homens ou mulheres, têm direito a desfrutar por mais tempo da vida em família com o filho recém-nascido. Somando as férias que podem ser tiradas mesmo antes do vencimento, os homens têm direito a passar até dois meses com seus bebês e as mães, até seis meses. O presidente da empresa, Michel Haradom, entende que a iniciativa é primordial, tanto para o amadurecimento da criança, quanto para a ""saúde emocional"" dos pais. ""Se nós tivermos uma amamentação mais prolongada, as crianças terão mais anticorpos e provavelmente freqüentarão menos os hospitais. Já do ponto de vista emocional, essa criança será, inevitavelmente, mais carinhosa, calma"", explica Michel, ressaltando que mais importante do que o resultado obtido na produção, no negócio, é o fato dos funcionários se sentirem melhores e mais seguros em relação ao filho. A visão de Michael é comprovada no dia-a-dia de quem já viveu a espera de um novo filho. Em 2005, o operador de empilhadeira Julio César Pereira e a técnica química Glacieli Cafisso foram beneficiados pela licença maternidade ampliada. Julio teve a oportunidade de ajudar sua esposa no banho do bebê, na troca de fraldas e diz que a iniciativa é uma maravilha. Já a funcionária Glacieli conta que voltou ao trabalho mais animada e tranqüila por deixar o filho em casa já com seis meses."

BENEFLEX - PROGRAMA DE BENEFÍCIOS FLEXÍVEIS

"Na HP do Brasil, localizada em Alphaville, São Paulo, cada funcionário faz seu pacote de benefícios. É o Beneflex - Programa de Benefícios Flexíveis voltado para os 1.450 funcionários da empresa de tecnologia da informação. O diretor de recursos humanos, Jair Pianucci, conta que em 1996, quando o programa foi implantado, pouco se falava no assunto no Brasil. ""Nós fizemos pesquisas internas de satisfação e havia comentários dos nossos funcionários sobre os nossos benefícios da época. Chegamos à conclusão que as demandas eram muito diferentes, ou seja, um terço queria A, o outro queria B, e outro queria C. Então, que tal a gente atender todo mundo de uma forma inteligente?"", explica. O modelo utilizado pela HP tem um conjunto de benefícios gerais, ofertados a todo mundo indistintamente de opção, e um segundo conjunto. O funcionário tem um crédito de pontos todo mês e pode escolher no cardápio de benefícios flexíveis aquilo que tem mais valor para ele. ""É tudo automático, pela internet, não tem nenhum tratamento burocrático. A gente consegue fazer mais com menos dinheiro. Nas nossas pesquisas internas, o item benefícios é altamente avaliado"", diz Pianucci. O programa possibilitou à advogada Meire Costa fazer uma operação para corrigir seu problema de miopia, que o convênio não cobria. Hoje ela não precisa mais de óculos e fala sobre outras vantagens da iniciativa. ""Já utilizei pra terapia holística, pra assistência médica suplementar, porque embora a gente tenha um plano de saúde, de repente você quer um outro médico mais de sua confiança, mais reconhecido. Também já utilizei pra assistência educacional, fiz o meu MBA"", conta. Ela explica que, após utilizar o serviço, basta entrar com pedido de reembolso para o RH. ""Se eu ficar um tempo sem utilizar, esse valor só vai crescendo, que é uma coisa ótima também, e num momento de dificuldade eu vou ter um saldo legal pra poder utilizar"", finaliza."

CAS TECNOLOGIA

"Após um ano de empresa, os 60 funcionários da CAS Tecnologia, empresa de desenvolvimento e fabricação de software, têm a opção de comprar suas ações. Com o programa de Compartilhamento de Propriedade eles ainda contam com a facilidade de realizar o pagamento em até 12 vezes. Não há distinção de participação ou percentual: da telefonista ao diretor, todos têm acesso ao benefício. As ações são do tipo preferencial. Ou seja: o funcionário é o primeiro a receber os dividendos. Muito além do valor dos dividendos está a valorização do capital desses pequenos investidores: desde 2000, as ações valorizaram 212%. Passaram de 1,60 para 34 reais. Para o assistente financeiro, Renato Vila Nova, mais do que valorização monetária o sistema muda a relação dos profissionais com o trabalho: ""A compra de ações faz eu me sentir dono da empresa, porque meu patrimônio está investido aqui também. A empresa depende de todos e, se a pessoa está fazendo uma coisa que não é legal ou é ilegal, vai prejudicar todo mundo, né?"", afirma. “A cobrança mútua torna o ambiente mais produtivo e responsável”, explica a diretora financeira, Suely Jacometti. “Na medida em que as pessoas são proprietárias da empresa, elas têm um poder de fiscalização maior. Então, diretores e gerentes estão sempre com as portas abertas para ver o que o funcionário tem a dizer”. Ao transformar funcionários em acionistas, o desafio do negócio passa a ser de todos. Uma iniciativa de novos paradigmas em recursos humanos!"

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CAS TECNOLOGIA

"Após um ano de empresa, os 60 funcionários da CAS Tecnologia, empresa de desenvolvimento e fabricação de software, têm a opção de comprar suas ações. Com o programa de Compartilhamento de Propriedade eles ainda contam com a facilidade de realizar o pagamento em até 12 vezes. Não há distinção de participação ou percentual: da telefonista ao diretor, todos têm acesso ao benefício. As ações são do tipo preferencial. Ou seja: o funcionário é o primeiro a receber os dividendos. Muito além do valor dos dividendos está a valorização do capital desses pequenos investidores: desde 2000, as ações valorizaram 212%. Passaram de 1,60 para 34 reais. Para o assistente financeiro, Renato Vila Nova, mais do que valorização monetária o sistema muda a relação dos profissionais com o trabalho: ""A compra de ações faz eu me sentir dono da empresa, porque meu patrimônio está investido aqui também. A empresa depende de todos e, se a pessoa está fazendo uma coisa que não é legal ou é ilegal, vai prejudicar todo mundo, né?"", afirma. “A cobrança mútua torna o ambiente mais produtivo e responsável”, explica a diretora financeira, Suely Jacometti. “Na medida em que as pessoas são proprietárias da empresa, elas têm um poder de fiscalização maior. Então, diretores e gerentes estão sempre com as portas abertas para ver o que o funcionário tem a dizer”. Ao transformar funcionários em acionistas, o desafio do negócio passa a ser de todos. Uma iniciativa de novos paradigmas em recursos humanos!"

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