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"A Sama Mineradora, empresa que extrai e beneficia fibras de amianto, deu origem à cidade de Minaçu, em Goiás, onde fica sua sede. A empresa, hoje com 521 colaboradores, chegou à região na década de 60 em busca das riquezas naturais do lugar. Como estava longe dos grandes centros, construiu uma vila residencial para seus funcionários, com toda a estrutura necessária para se viver e trabalhar num local tão distante e isolado. Hoje a vila residencial tem 315 casas e apartamentos, hospital, escola, restaurante, dois clubes, um centro comercial com agência bancária, salão de beleza, supermercado, padaria, academia de ginástica e escola de inglês. Uma estrutura que custa para a empresa cerca de 620 mil reais por mês. A mineradora dá qualidade de vida não só a seus funcionários, mas também à comunidade de Minaçu. Os moradores freqüentam festas, sessões de cinema, atividades esportivas, e são atendidos pelo hospital da empresa. Para a assistente de comunicação Delma de Paula, a Sama já faz parte da história da família. História que começou quando o pai foi contratado. Delma nasceu e cresceu na cidade criada pela empresa e se sente privilegiada por toda a estrutura que a mineradora oferece. Segundo o gerente de RH Flávio Grisi, ao oferecer toda a infra-estrutura para os colaboradores morarem e trabalharem com segurança, conforto e qualidade de vida, a empresa consegue atrair e reter talentos, constrói sua imagem perante a comunidade, tem uma equipe satisfeita e com altos índices de produtividade."
Com o projeto Teletrabalho, o Serpro - Serviço Federal de Processamento de Dados, com sede em Brasília e 10 mil funcionários, torna real o sonho de muitos profissionais, ao oferecer toda estrutura necessária - mobiliário, equipamento, telefone e banda larga - para que seu profissional trabalhe em casa. Essa nova realidade sugere um conforto extra, principalmente para quem mora nos grandes centros e enfrenta o trânsito diário para chegar ao trabalho. Esse é o caso da analista de informática, Denise Rodrigues de Freitas, que trocou os quilômetros entre Niterói e o escritório da empresa no Rio de Janeiro, por qualidade de vida. "Ganhei mais tempo para me relacionar com a família. Hoje em dia, quando acabo de trabalhar já to em casa, aí dá tempo também de desenvolver outras atividades, fazer algum curso e até melhorar profissionalmente", conta. A coordenadora do projeto, Joselma Oliveira Pinto, conta que, graças à iniciativa, os índices internos de qualidade de vida estão na casa dos 70%, objetivo esse conquistado em apenas 6 meses. A empresa, que mantém escritórios em São Paulo, Brasília e Rio, abriu inscrições para o projeto Teletrabalho e os interessados foram avaliados, tanto no que diz respeito a sua atividade profissional, quanto pessoais: dentre elas a auto-confiança, a auto-disciplina e o auto-conhecimento. Além disso, participaram de um treinamento que envolveu disciplinas como: administração de tempo e segurança sobre informação. Formados em exercer a atividade profissional fora das dependências da empresa, esses funcionários vão à empresa apenas uma vez por semana. "Mesmo que ele tenha cem por cento das atividades passíveis de serem 'teletrabalhadas', nós exigimos no mínimo uma vez por semana que ele venha, pra não perder o convívio social com os colegas", finaliza Joselma.
"O Citibank, com 2.300 colaboradores no Brasil e sede em São Paulo, ajuda os funcionários a combaterem o estresse com as salas de descompressão. Espaços estruturados na filosofia Feng-Shui, com sofás confortáveis, músicas de relaxamento e instrumentos para massagem. A iniciativa foi implantada pelo RH e custou cerca de 15 mil dólares, dinheiro investido para montar 5 salas. O objetivo é que os funcionários tenham espaços onde possam sair por alguns minutos do ambiente de trabalho, relaxar e aliviar a tensão do dia-a-dia. Os colaboradores podem fazer um treinamento para aprender técnicas de massagem. Solange Cruz trabalha no atendimento ao cliente. Ela passa o dia ao telefone e, sempre que pode, tira alguns minutos para descansar numa das salas de descompressão. A estagiária de marketing Liliana Bauer também aprova a idéia. Para ela, 5 ou 10 minutos na sala de descompressão ajudam a retornar para o trabalho mais disposta e atenciosa. Segundo a diretora de RH Nora Nei Cerneviva, a iniciativa é uma das ações da empresa visando ao equilíbrio e ao bem estar dos colaboradores. Ela cita entre os resultados do projeto maior disposição e produtividade das equipes."
"O Banco Real implantou um Posto de Apoio à Amamentação com o objetivo de oferecer as funcionárias no período de aleitamento materno. Durante a gestação, as funcionárias são acompanhadas por uma equipe de especialistas que presta esclarecimentos sobre a importância da amamentação para o desenvolvimento dos bebês. Já no retorno da licença maternidade, elas podem fazer a coleta do leite, na empresa, no horário que mais convier. E, no final do expediente, é só passar no posto e retirar o nutriente. O processo possui rígidos padrões: os vidros com o leite recebem etiquetas de identificação, ficam armazenados em locais refrigerados e são transportados em bolsas térmicas. Quando a analista Mônica Helen Osteron entrou no Banco, sua filha tinha menos de 2 meses. O serviço proporcionou mais saúde à recém-nascida e uma trajetória profissional sem culpas para Mônica. ""Eu moro em Santos e fico 14 horas fora da minha casa. Esse serviço me facilitou estar mais próximo da minha filha. Com isso o trabalho realmente fica mais tranqüilo e minha filha é saudável"", conta Mônica. A diretora da área de clientes pessoa Jurídica, Maria Eugenia Lopes, explica que a iniciativa está pautada numa relação ""ganha-ganha"": ""os bebês, porque têm a garantia de todas as vantagens da amamentação exclusiva. Às mães, traz também o equilíbrio emocional por continuarem amamentando. E, obviamente, um funcionário que tenha a oportunidade de continuar amamentado seu bebe ele é uma funcionária muito mais satisfeita e que produz muito mais"". O Posto de Apoio à Amamentação pode ser utilizado também pelas esposas dos funcionários: uma ação que faz parte da política de diversidade do Banco e nasceu do grupo Mulheres e Carreiras. Sua proposta está focada em oferecer as mesmas condições de crescimento profissional para seu público feminino, que representa a metade do quadro de 29 mil funcionários."
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Categoria Pequenas Empresas Qualidade de vida Benefícios Educação e treinamento Responsabilidade Social e Voluntariado Produtividade, Motivação e Incentivo
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O Magazine Luiza, Rede Varejista, com sede em Franca e uma equipe de 10 mil funcionários, vem ampliando sua atuação no mercado por meio da aquisição de outras marcas em várias regiões do Brasil. Nesse cenário, um importante desafio da empresa tem sido o de proporcionar um clima organizacional seguro para os novos funcionários e, ao mesmo tempo, manter a motivação dos antigos colaboradores. Segundo Telma Geron, diretora de Recursos Humanos da empresa, para que esse processo seja satisfatório é necessário reunir, num único projeto de empresa, os pontos positivos das duas realidades - empresa adquirida e o próprio Magazine Luiza. "A gente sempre diz assim, vamos levar o que o Magazine Luiza tem de bom, e aprender o que a nova rede tem, pra que possamos ser, juntos, melhores do que nós éramos separados, a gente trabalha muito com o emocional das pessoas".Na avaliação de Telma Geron, o período de aculturação leva de seis meses a um ano. O programa de integração é composto por viagens ao escritório da matriz, em Franca, onde os novos funcionários ficam entre uma semana e 15 dias. Há também o "Encontrão dos Funcionários" e o "Rito de Comunhão", um encontro realizado todas as segundas-feiras em todas as lojas incorporadas. Todo esse processo, porém, é realizado de acordo com um cronograma de atividades pautado no respeito pelo histórico da empresa adquirida. "A gente respeita todos os benefícios que eles tinham antes. Isso tudo é feito a seis mãos, a empresa, os sindicatos e os funcionários", explica Geron, identificando que o importante é manter a equipe tranqüila e segura de tudo o que vai acontecer.Lindomar Pivotto, que já participou de um processo como esse - atuou por 10 anos na loja Arno adquirida pelo Magazine Luiza e está há um ano como gerente regional numa loja da rede em Caxias do Sul - conta que a preocupação com a perda de emprego só foi superada quando soube que a aquisição seria realizada pelo Magazine Luiza. "Isso nos trouxe tranqüilidade. A cultura da empresa antiga foi valorizada, respeitada. Não só da empresa, como da região, que é diferente dos outros centros onde o Magazine estava até o momento. Existe um respeito pelas pessoas, uma transparência muito grande", finaliza.