O Projeto Envie seu case Eventos Gente profissional Dica profissional FAQ
"A empresa de infra-estrutura em tecnologia da informação, Quattuor Informática, com sede em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, e 48 colaboradores conseguiu ultrapassar as metas de crescimento, investindo na melhoria do ambiente de trabalho dos colaboradores. O projeto Empresa Feliz, Cliente Feliz, criado pelo presidente da Quattuor e implantado em 2003, fez uma verdadeira revolução no dia-a-dia da organização. Todo o prédio foi reformado de acordo com sugestões dos colaboradores que decidiram desde o layout até as cores das paredes. Foi criado um jardim zen na cobertura e as salas de reunião foram extintas. Os colaboradores podem discutir os assuntos da empresa enquanto jogam uma partida de tênis de mesa. E ninguém mais tem a obrigação de ir diariamente à sede. Os funcionários ganharam laptops e telefones celulares. O projeto custou 400 mil reais. Angelita Barbosa, assistente comercial, diz que está muito mais produtiva a partir das mudanças. Entre os fatores que mais ajudaram, Angelita cita a eliminação das reuniões, que otimizou o tempo, as novas cores e a alteração no layout, que deram mais motivação. O presidente, Márcio Pinheiro, esperava um crescimento de 20% com as mudanças. Surpreendeu-se, quando começou a ver os resultados: os clientes passaram a elogiar o trabalho da equipe e o faturamento aumentou 73% em menos de 6 meses."
"Os 43 funcionários da filial da Krafoam Embalagens, em Eldorado do Sul, Porto Alegre, recebem 1% sobre a receita de venda líquida da empresa em forma de benefícios. Parte desses recursos é destinada ao Projeto Auxílio Educação. Por meio dele, os funcionários têm direito a bolsas de 50% para cursos técnicos, ensino médio e cursos de idiomas. Já no caso do ensino superior funciona assim: 50% nos dois primeiros anos, 75% no penúltimo, e 100% no último ano, percentual esse que é mantido na pós-graduação ou no mestrado. O gerente da empresa, Luís Carlos Mejolaro, explica que não há processo de seleção para conseguir o auxílio financeiro. ""A partir do momento que o funcionário ingressou na Krafoam, ele já passa a receber esse benefício. Atualmente temos 57% dos colaboradores em sala de aula. Algumas empresas não conseguem contabilizar, mas o nível de satisfação é muito grande. Os funcionários têm vontade de trabalhar e o resultado é a sua permanência na organização"", avalia. A assistente de vendas Graziele Oliveira Dias começou a trabalhar na Krafoam há cinco anos e hoje está concluindo a faculdade de gerente de produção, graças ao apoio da empresa. ""Profissionalmente, estou crescendo cada vez mais. Hoje posso dizer que estou realizada em trabalhar aqui dentro e pretendo cada vez mais adquirir conhecimentos."""
"A Espaço, pequena empresa de informática e pesquisa para seguros com 20 colaboradores e sede em São Paulo, deu ouvidos aos funcionários e inovou com a implantação do Home Office, iniciativa rara no universo das pequenas empresas. Desde 2003, os profissionais que fazem cálculos e simulações dos valores de seguros trabalham em casa. Para viabilizar a idéia, a empresa facilitou para eles a compra de novos computadores, além de pagar despesas como telefone e Internet em banda larga. O grande diferencial é o controle que a empresa conseguiu implantar: uma premiação para quem ""não pisa na bola"". Os funcionários fazem seus próprios horários, mas, se tiverem que sair de casa durante o expediente, precisam avisar por e-mail ou telefone, para garantir o bônus no final do mês. 14 profissionais aderiram ao Home Office. O calculista Emerson Fiúza Queiroz foi quem deu a idéia da mudança à empresa. Ele diz que com o novo esquema consegue produzir mais e ainda sobra tempo para se dedicar à família. Segundo o dono da empresa, Ronaldo Goulart Duarte, o novo sistema de trabalho já trouxe resultados surpreendentes. No início, eram apenas duas seguradoras como clientes e hoje já são oito."
Após 32 anos de tradição no mercado de utilidades domésticas, em 2004, a Utilplast passou para as mãos de novos proprietários. Com uma trajetória de administração familiar, eles optaram em manter os antigos funcionários, mas arregaçaram as mangas para injetar sangue novo na empresa. O formato disso? Ações de treinamento e valorização dos 16 funcionários. Localizada no bairro dos Jardins, em São Paulo, o primeiro cuidado foi com as dependências por eles utilizadas. Bem antes de mexer no ambiente da loja, a empresa reformou as dependências utilizadas pelos colaboradores: o refeitório e os vestiários. Essa simples iniciativa possibilitou aos funcionários o resgate ao orgulho pessoal e à admiração pelo negócio. "Começamos a reforma física do prédio exatamente pela área dos funcionários. Não era um ambiente gostoso de, por exemplo, se almoçar. A partir do momento que ficou tudo pronto, com geladeira nova, mesa nova, televisão, eles conseguiram ter momentos um pouco mais relaxantes ali. Não era aquilo, vou comer e sair correndo. Junto com essa reforma física, nós iniciamos um treinamento de atendimento ao cliente, fora da empresa. A gente percebeu um crescimento de vendas, porque eles tinham mecanismo melhor de abordar o cliente", explica o sócio proprietário, José Poveda.Todos os funcionários, independente de não serem vendedores, passaram por um treinamento de vendas realizado fora da empresa e com 18 horas de curso. Nessa ação a empresa teve um custo de R$ 12.000,00 e, na reforma da empresa, de R$ 60.000,00. Para o estoquista Genival Manoel da Silva, funcionário da Utilplast há nove anos, as mudanças foram radicais e muito proveitosas também. "Teve uma grande mudança, pra melhor, né? Melhoraram as condições do nosso refeitório, as condições de trabalho também. A gente ficou mais motivado, tem mais liberdade pra expressar o que a gente pensa também, em relação ao nosso dia-a-dia, sabe? "
Busca Cases
Categoria Pequenas Empresas Qualidade de vida Benefícios Educação e treinamento Responsabilidade Social e Voluntariado Produtividade, Motivação e Incentivo
Texto
M�dia