O Projeto Envie seu case Eventos Gente profissional Dica profissional FAQ
"Emagrecer 5 toneladas em 18 meses. Essa é a meta do Hospital das Clínicas com seu programa Calorias Inteligentes. Dos 14 mil funcionários da instituição, 1.600 participam voluntariamente da ação de reeducação alimentar e, em 12 meses, a magra marca do emagrecimento coletivo já é de quatro toneladas. Graças ao apoio semanal de profissionais do HC, o Instituto de Saúde Integral e da ajuda dos colegas, os funcionários conquistaram histórias de peso para a qualidade de suas vidas. Em cinco meses, a oficial administrativa Antonia Biangolini emagreceu 25 quilos e deixou de lado alguns remédios para hipertensão: ""Você tem um ganho social muito grande, porque você acaba, de certa forma, se aceitando melhor. Deixa de ser uma excluída social, para se tornar uma pessoa totalmente sociável"", conta Antonia, ressaltando que no emagrecimento em equipe ela encontrou o estímulo necessário para atingir seus objetivos. Para o coordenador do programa no HC, Dr. Haino Burmester, na fita métrica do Calorias Inteligentes há bem mais do que sucesso em medidas internas. O programa também serve para que a população atente para os problemas de saúde ocasionados pelo sobrepeso. ""O objetivo basicamente é usar o efeito vitrine que o Hospital das Clínicas possa ter junto à população, no sentido de conscientizar a população para um importante tema do século XXI que é o sobrepeso, a obesidade como eventual causadora de doenças tipo diabetes tipo 2, hipertensão, etc. O Calorias Inteligentes nasceu de uma solicitação da Secretaria Estadual de Saúde, via o Instituto de Saúde Integral, que é o promotor desta campanha. Daí para ganhar legitimidade dentro da instituição, proporcionando mais qualidade de vida aos funcionários, foi um passo. Um dos pontos fortes do programa está em contar com o apoio e a excelência médica do HC. Ao mesmo tempo, Dr. Haino aponta para o fato de que nas sociedades modernas a empresa acaba sendo um ponto de encontro para as pessoas, e isso deve ser explorado com ações que contribuam para o bem-estar e a qualidade de vida desses funcionários."
"Toda organização tem como uma das mais ambiciosas prioridades crescer, ampliar mercados, aumentar os negócios. Acompanhe a estratégia de uma empresa brasileira que resolveu passar o bastão entre os colaboradores de maneira que eles participem diretamente no crescimento da companhia. A Datasul, empresa que produz softwares de gestão com 1500 colaboradores e sede em Joinville, Santa Catarina, adotou uma nova estratégia para crescer e envolver sua equipe na busca por resultados: oferece sociedade aos próprios funcionários em franquias de todo o Brasil. A iniciativa foi implantada em 1999 depois de vários estudos que indicavam que a empresa precisava mudar seu modelo de gestão para ganhar novos mercados. O sistema de franquias foi o escolhido e a empresa passou a convidar os gerentes de área para assumir o desafio. Os que aceitam o convite recebem todo o suporte da empresa, que banca as franquias durante seis meses. Segundo Inez Robert, gerente de gestão de pessoas, o objetivo é expandir os negócios e ao mesmo tempo preservar seu capital intelectual oferecendo atrativos para que os colaboradores continuem na organização. Alexandre Azevedo era gerente financeiro quando foi convidado a ser sócio. Investiu suas economias na franquia, abriu mão do emprego e do salário. Durante os seis primeiros meses, ganhou menos como sócio para garantir a saúde financeira de sua unidade. Em pouco tempo recuperou o investimento e hoje ganha o dobro da remuneração que tinha como funcionário. O diretor-superintendente Jorge Steffens diz que a empresa ganhou em produtividade porque as pessoas estão muito mais focadas em resultados. A empresa dobrou de tamanho e a lucratividade vem crescendo de 30 a 40% ao ano."
"A Brasil & Movimento - ex Companhia Brasileira de Bicicletas - ultrapassou a fronteira do profissional para cuidar da qualidade da moradia dos funcionários da fábrica de Manaus - local sede da empresa. É o projeto Casa do Trabalhador. Em 2004 a empresa comprou uma máquina de fazer tijolos, para auxiliar a reforma ou construção das moradias dos funcionários, além de financiar o material de construção para o acabamento da casa. Na prática, os funcionários são liberados durante o horário de expediente, para ajudarem os colegas a construir ou reformar a casa. Tudo feito no esquema de mutirão, e os funcionários que têm mais filhos ou dificuldades financeiras têm prioridade no projeto. A embaladeira Maria Cirlene de Carvalho Ferreira foi a primeira colaboradora contemplada pelo projeto. Ela morava num quartinho de madeira com três filhos e pôde realizar o sonho de construir uma casa de alvenaria, depois que começou a trabalhar na empresa. Além da ajuda dada na construção ou reforma da moradia, a Brasil & Movimento contribui para regularizar os imóveis dos funcionários junto à prefeitura. Segundo o presidente da empresa, Antonio Carlos Romanoski, a iniciativa tem como principal resultado o maior comprometimento dos funcionários com a empresa. Atendimento às metas de produção com padrão de qualidade!"
"A Alcoa Alumínio, com 6000 funcionários e sede em São Paulo, implantou o projeto Bravo para incentivar e reconhecer o voluntariado entre sua equipe. A empresa doa às entidades assistenciais o equivalente a 250 dólares para cada 50 horas de trabalho voluntário do colaborador. A iniciativa foi implantada em 2002 pelo Instituto Alcoa, e custa 260 mil dólares por ano. A empresa acredita que o sucesso de seus negócios passa pela responsabilidade social e o envolvimento de todos com a comunidade. 15% dos colaboradores da Alcoa praticam o voluntariado e muitos começaram a partir do Bravo. A meta do Instituto é ter até 2007 metade dos funcionários envolvidos no projeto. A empresa criou até uma cartilha com todas as orientações para participar do Bravo. Detalha que tipo de instituição pode ser beneficiada e como receber o dinheiro. A assistente jurídica Iracema Silva dedica parte de seus fins de semana a uma instituição que cuida de menores carentes. Além da gratificação de poder ajudar as crianças, Iracema diz que, com a experiência,passou a refletir mais sobre a vida e o trabalho, o que tem facilitado o dia-a-dia. Segundo a vice-presidente do Instituto Alcoa, o voluntariado serve como uma espécie de treinamento. Os colaboradores praticam nessas ações com a comunidade conceitos como liderança e trabalho em equipe."
Busca Cases
Categoria Pequenas Empresas Qualidade de vida Benefícios Educação e treinamento Responsabilidade Social e Voluntariado Produtividade, Motivação e Incentivo
Texto
Mdia
Com o objetivo de investir na capacitação de seus colaboradores, para ter uma equipe mais envolvida com os negócios e preparada para os desafios, a Magna Sistemas Consultoria S/A, empresa relacionada ao ramo de atividade de Tecnologia da Informação, implantou em 2008 o PROGRAMA CONTÍNUA BUSCA PELO DESENVOLVIMENTO, que busca o desenvolvimento continuo e ilimitado de seus profissionais. Com 200 funcionários, e sede em São Paulo, a empresa incentiva os seus colaboradores a traçar uma linha contínua de desenvolvimento profissional, e buscar o aperfeiçoamento das competências técnicas, relacionadas a cada cargo. Os funcionários são constantemente estimulados a obter certificações em diversas tecnologias, tais como IBM, Websense Sun Java, ITIL, Microsoft, todas custeadas pela empresa. Certificações que ele levará como bagagem para toda a vida, assim como o desenvolvimento que o programa lhe oferece, que aplicará na própria empresa. Este programa é direcionado para todos os níveis hierárquicos, áreas e funções, sem restrição de cargos ou salários, a empresa acredita na capacitação geral para o desenvolvimento e melhoria dos processos internos. Além de incentivar o desenvolvimento profissional, traz resultados pessoais como melhora da estima do colaborador, criando um profissional completo e consequentemente para a empresa, que irá usufruir deste conhecimento. “Trabalho na Magna Sistemas Consultoria S/A, há 08 meses como estagiária em Desenvolvimento Lotus Notes. O Programa Contínua Busca pelo Desenvolvimento, tem sido muito bom e importante para mim profissionalmente, pois a empresa tem me fornecido a grande oportunidade de aprender e aperfeiçoar meus conhecimentos, com isso facilitando o meu crescimento dentro da empresa”, relata à estagiária Loiana Moura. Os colaboradores contam também, com a área de Treinamento, Desenvolvimento e Capacitação de Profissionais, onde a empresa subsidia em até 100% cursos e treinamentos internos e com baixo investimento. Emerson Camilo, coordenador da equipe de Desenvolvimento Lotus Notes, é um dos exemplos do resultado do investimento de capacitação que a empresa faz em seus colaboradores. “Entrei na Magna, em 2005, na época estava terminando a minha faculdade em Ciências da Computação, e tinha o desejo de fazer uma pós graduação, mas tinha algumas restrições de ordem financeira. Um dos fatores que me chamou a atenção foi que existia essa possibilidade de patrocínio, independente do cargo que eu ocupava, bastava tão somente demonstrar o meu comprometimento com a empresa e a vontade de melhorar a qualidade do meu trabalho. Em 2007, solicitei um patrocínio, que foi aprovado devido ao desempenho das minhas atividades. Com isso me formei em Engenharia de Sistemas. É muito gratificante ter reconhecimento sobre o trabalho. Hoje os membros da minha equipe também podem usufruir de cursos de desenvolvimento e capacitação técnica. A magna ganhou um prêmio da IBM como parceiro que mais investiu na certificação de seus colaboradores no ano de 2008, com o maior número de colaboradores certificados. Me sinto gratificado por fazer parte desta empresa.
"A empresa de infra-estrutura em tecnologia da informação, Quattuor Informática, com sede em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, e 48 colaboradores conseguiu ultrapassar as metas de crescimento, investindo na melhoria do ambiente de trabalho dos colaboradores. O projeto Empresa Feliz, Cliente Feliz, criado pelo presidente da Quattuor e implantado em 2003, fez uma verdadeira revolução no dia-a-dia da organização. Todo o prédio foi reformado de acordo com sugestões dos colaboradores que decidiram desde o layout até as cores das paredes. Foi criado um jardim zen na cobertura e as salas de reunião foram extintas. Os colaboradores podem discutir os assuntos da empresa enquanto jogam uma partida de tênis de mesa. E ninguém mais tem a obrigação de ir diariamente à sede. Os funcionários ganharam laptops e telefones celulares. O projeto custou 400 mil reais. Angelita Barbosa, assistente comercial, diz que está muito mais produtiva a partir das mudanças. Entre os fatores que mais ajudaram, Angelita cita a eliminação das reuniões, que otimizou o tempo, as novas cores e a alteração no layout, que deram mais motivação. O presidente, Márcio Pinheiro, esperava um crescimento de 20% com as mudanças. Surpreendeu-se, quando começou a ver os resultados: os clientes passaram a elogiar o trabalho da equipe e o faturamento aumentou 73% em menos de 6 meses."
"Os 43 funcionários da filial da Krafoam Embalagens, em Eldorado do Sul, Porto Alegre, recebem 1% sobre a receita de venda líquida da empresa em forma de benefícios. Parte desses recursos é destinada ao Projeto Auxílio Educação. Por meio dele, os funcionários têm direito a bolsas de 50% para cursos técnicos, ensino médio e cursos de idiomas. Já no caso do ensino superior funciona assim: 50% nos dois primeiros anos, 75% no penúltimo, e 100% no último ano, percentual esse que é mantido na pós-graduação ou no mestrado. O gerente da empresa, Luís Carlos Mejolaro, explica que não há processo de seleção para conseguir o auxílio financeiro. ""A partir do momento que o funcionário ingressou na Krafoam, ele já passa a receber esse benefício. Atualmente temos 57% dos colaboradores em sala de aula. Algumas empresas não conseguem contabilizar, mas o nível de satisfação é muito grande. Os funcionários têm vontade de trabalhar e o resultado é a sua permanência na organização"", avalia. A assistente de vendas Graziele Oliveira Dias começou a trabalhar na Krafoam há cinco anos e hoje está concluindo a faculdade de gerente de produção, graças ao apoio da empresa. ""Profissionalmente, estou crescendo cada vez mais. Hoje posso dizer que estou realizada em trabalhar aqui dentro e pretendo cada vez mais adquirir conhecimentos."""
"A Espaço, pequena empresa de informática e pesquisa para seguros com 20 colaboradores e sede em São Paulo, deu ouvidos aos funcionários e inovou com a implantação do Home Office, iniciativa rara no universo das pequenas empresas. Desde 2003, os profissionais que fazem cálculos e simulações dos valores de seguros trabalham em casa. Para viabilizar a idéia, a empresa facilitou para eles a compra de novos computadores, além de pagar despesas como telefone e Internet em banda larga. O grande diferencial é o controle que a empresa conseguiu implantar: uma premiação para quem ""não pisa na bola"". Os funcionários fazem seus próprios horários, mas, se tiverem que sair de casa durante o expediente, precisam avisar por e-mail ou telefone, para garantir o bônus no final do mês. 14 profissionais aderiram ao Home Office. O calculista Emerson Fiúza Queiroz foi quem deu a idéia da mudança à empresa. Ele diz que com o novo esquema consegue produzir mais e ainda sobra tempo para se dedicar à família. Segundo o dono da empresa, Ronaldo Goulart Duarte, o novo sistema de trabalho já trouxe resultados surpreendentes. No início, eram apenas duas seguradoras como clientes e hoje já são oito."