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Produtividade, Motivação e Incentivo

Para incentivar seus 4.800 funcionários a Drogaria São Paulo, criou o Viaje nas Férias!! foi criado pela aproveitarem, realmente, seu período de descanso e conhecerem novos lugares. A empresa tem parceria com agências de turismo, que fazem pacotes com descontos especiais para os empregados, e permite que eles paguem a viagem escolhida em até sete vezes, com desconto na folha de pagamento. Antes do período de férias, o funcionário solicita ao RH indicações de pacotes, ou ele mesmo pode apresentar sua sugestão, e a Drogaria faz toda a negociação com a agência. ""Mais ou menos dois meses depois é que ele começa a pagar a viagem"", explica a gerente de recursos humanos Tereza Cristina Lopes de Amorim. Ela conta que a iniciativa foi criada, porque foi identificado que os funcionários de férias acabavam ficando em casa e não conheciam nada novo. ""Quando a gente começou a trabalhar com o pacote de férias, percebemos que eles voltam mais motivados. Inclusive é muito interessante, porque eles fazem questão de trazer as fotos aqui pro RH e de que saia no jornalzinho. Voltam realmente mais energizados"", diz. Graças ao programa da empresa, a compradora Ilka de Fátima Pereira já foi para Minas Gerais, Rio de Janeiro e Serras Gaúchas. ""São lugares que eu não tenho referência de família ou amigos, mas tinha vontade de conhecer. Se não tivesse o incentivo, ficaria mais difícil, porque às vezes você não tem disponibilidade do dinheiro na hora. E aqui o atendimento é bem legal, temos toda a liberdade de escolher pra onde queremos ir"", conta Ilka."



Educação e treinamento

A Nilos, investe 15% de seu faturamento no aprendizado e na formação de seus 12 funcionários. A metalúrgica oferece cursos de idioma, informática, desenho técnico, administração financeira e até de etiqueta. ""Com metas bem mais ousadas do que o desenvolvimento de carreiras, a empresa quer formar pessoas melhores"", explica a gerente geral, Ingunde Anita Ritz. ""A empresa vê o funcionário como um todo. Oferecemos cursos que vão de idiomas até cursos de etiqueta. Um conhecimento que o profissional pode levar para casa, para a comunidade. E ele fica sendo um cidadão muito melhor para o mundo como um todo"". É na rápida curva de aprendizado dos funcionários que a empresa encontra motivação para investir em conteúdos bem diferentes dos aplicados, pela maioria das empresas. O curso de etiqueta, por exemplo, é um tema sem vínculo aparente com o setor da metalurgia, mas traz ótimos resultados: é bem multiplicado entre familiares e amigos, e envolve o bem-estar das pessoas. Rejane Alvez Pinheiro, que trabalha com serviços gerais, sabe que educação vem de casa, mas com o curso da empresa, o tema ganhou uma nova dimensão em sua vida: ""Na minha casa tive uma educação muito boa, mas nada que você sabe é demais. O que eu aprendi eu passei para minha mãe, para o meu pai, para meu esposo, para meus irmãos e não podia imaginar como a educação influencia na vida da gente. Hoje sou mais paciente e sei me portar em qualquer situação"", conta satisfeita."



Educação e treinamento

A Doceria Beijinho Doce, implantou uma iniciativa responsável. O programa "CONFEITARIA SOLIDÁRIA"! oferece gratuitamente cursos profissionalizantes a jovens carentes da comunidade.A empresa é associada à Fundação Abrinq e tem uma parceria com a ONG Instituto Criança Cidadã, que desde 2002 encaminha os adolescentes para a capacitação. Muitos são contratados depois do treinamento. Os cursos acontecem sempre aos sábados e são como oficinas de confeitaria. Quem dá as aulas são funcionários que trabalham depois do expediente como voluntários no programa. O objetivo é que os jovens tenham oportunidades no mercado de trabalho, ou que ajudem no orçamento familiar produzindo bolos, pães, doces e salgados em casa. A empresa investe cerca de 1440 reais por ano na iniciativa e está em busca de parcerias com fornecedores para patrocinar o projeto.Quase a metade dos colaboradores participa voluntariamente. O auxiliar de expedição Erik Siqueira Lemos é um dos monitores voluntários. Ele diz que, além de ensinar o que sabe, aprendeu muito com os jovens e os outros monitores. José Antônio Noronha conheceu a empresa quando fez o curso em 2002. Depois de treinado, ele foi contratado e já pensa em seguir carreira como confeiteiro. Segundo o sócio-diretor Carlos Alberto Amaro, os colaboradores que participam do projeto se tornam muito mais motivados e produtivos. E para a empresa é também uma forma de preparar seus profissionais de acordo com as necessidades e características da doceria."


Qualidade de vida

Emagrecer 5 toneladas em 18 meses! Essa é a meta do HC com seu Programa CALORIAS INTELIGENTES! Dos 14 mil funcionários da instituição, 1.600 participam voluntariamente da ação de reeducação alimentar e, em 12 meses, a magra marca do emagrecimento coletivo já é de quatro toneladas. Graças ao apoio semanal de profissionais do HC, o Instituto de Saúde Integral e da ajuda dos colegas, os funcionários conquistaram histórias de peso para a qualidade de suas vidas. Em cinco meses, a oficial administrativa Antonia Biangolini emagreceu 25 quilos e deixou de lado alguns remédios para hipertensão: ""Você tem um ganho social muito grande, porque você acaba, de certa forma, se aceitando melhor. Deixa de ser uma excluída social, para se tornar uma pessoa totalmente sociável"", conta Antonia, ressaltando que no emagrecimento em equipe ela encontrou o estímulo necessário para atingir seus objetivos. Para o coordenador do programa no HC, Dr. Haino Burmester, na fita métrica do Calorias Inteligentes há bem mais do que sucesso em medidas internas. O programa também serve para que a população atente para os problemas de saúde ocasionados pelo sobrepeso. ""O objetivo basicamente é usar o efeito vitrine que o Hospital das Clínicas possa ter junto à população, no sentido de conscientizar a população para um importante tema do século XXI que é o sobrepeso, a obesidade como eventual causadora de doenças tipo diabetes tipo 2, hipertensão, etc. O Calorias Inteligentes nasceu de uma solicitação da Secretaria Estadual de Saúde, via o Instituto de Saúde Integral, que é o promotor desta campanha. Daí para ganhar legitimidade dentro da instituição, proporcionando mais qualidade de vida aos funcionários, foi um passo. Um dos pontos fortes do programa está em contar com o apoio e a excelência médica do HC. Ao mesmo tempo, Dr. Haino aponta para o fato de que nas sociedades modernas a empresa acaba sendo um ponto de encontro para as pessoas, e isso deve ser explorado com ações que contribuam para o bem-estar e a qualidade de vida desses funcionários."


Benefícios

A indústria química Fersol, implantou em 2007 o Plano Licença Maternidade Ampliada. No programa, os 300 funcionários, sejam homens ou mulheres, têm direito a desfrutar por mais tempo da vida em família com o filho recém-nascido. Somando as férias que podem ser tiradas mesmo antes do vencimento, os homens têm direito a passar até dois meses com seus bebês e as mães, até seis meses. O presidente da empresa, Michel Haradom, entende que a iniciativa é primordial, tanto para o amadurecimento da criança, quanto para a ""saúde emocional"" dos pais. ""Se nós tivermos uma amamentação mais prolongada, as crianças terão mais anticorpos e provavelmente freqüentarão menos os hospitais. Já do ponto de vista emocional, essa criança será, inevitavelmente, mais carinhosa, calma"", explica Michel, ressaltando que mais importante do que o resultado obtido na produção, no negócio, é o fato dos funcionários se sentirem melhores e mais seguros em relação ao filho. A visão de Michael é comprovada no dia-a-dia de quem já viveu a espera de um novo filho. Em 2005, o operador de empilhadeira Julio César Pereira e a técnica química Glacieli Cafisso foram beneficiados pela licença maternidade ampliada. Julio teve a oportunidade de ajudar sua esposa no banho do bebê, na troca de fraldas e diz que a iniciativa é uma maravilha. Já a funcionária Glacieli conta que voltou ao trabalho mais animada e tranqüila por deixar o filho em casa já com seis meses."




Qualidade de vida

"A Sama Mineradora, empresa que extrai e beneficia fibras de amianto, deu origem à cidade de Minaçu, em Goiás, onde fica sua sede. A empresa, hoje com 521 colaboradores, chegou à região na década de 60 em busca das riquezas naturais do lugar. Como estava longe dos grandes centros, construiu uma vila residencial para seus funcionários, com toda a estrutura necessária para se viver e trabalhar num local tão distante e isolado. Hoje a vila residencial tem 315 casas e apartamentos, hospital, escola, restaurante, dois clubes, um centro comercial com agência bancária, salão de beleza, supermercado, padaria, academia de ginástica e escola de inglês. Uma estrutura que custa para a empresa cerca de 620 mil reais por mês. A mineradora dá qualidade de vida não só a seus funcionários, mas também à comunidade de Minaçu. Os moradores freqüentam festas, sessões de cinema, atividades esportivas, e são atendidos pelo hospital da empresa. Para a assistente de comunicação Delma de Paula, a Sama já faz parte da história da família. História que começou quando o pai foi contratado. Delma nasceu e cresceu na cidade criada pela empresa e se sente privilegiada por toda a estrutura que a mineradora oferece. Segundo o gerente de RH Flávio Grisi, ao oferecer toda a infra-estrutura para os colaboradores morarem e trabalharem com segurança, conforto e qualidade de vida, a empresa consegue atrair e reter talentos, constrói sua imagem perante a comunidade, tem uma equipe satisfeita e com altos índices de produtividade."


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